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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Hora de reflectir...

"Reflectir... Ao leres, descobres. Ao descobrires, questionas. Ao questionares, aprendes. Ao aprenderes ... reflectes!" (Maurício Oliveira)

(Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_SESF2vJEOc5irHfAdg1eC-82ZT8NmeQEK-xz4RkzD_0tpzmmwkX-xq4bOGo5p9irdqQxjWLvkCUersZRbg0r45JPW-_YKWREOK5jSG6xoxjBW_3J-sGgffKBBCGNZxCSi9OjTDOTzuJk/s1600/thinking-cap.gif) 

 

Para ler a Reflexão Pessoal da Joana clique Aqui!

Para ler a Reflexão Pessoal da Vanessa clique Aqui!


Até ao próximo Post.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A Televisão...

É  cada vez mais comum nos dias de hoje as aprendizagens também partirem do visionamento de programas de televisão. Contudo, é importante ter em conta diversos factores:

Actualmente a interacção entre os media e o processo de aprendizagem é cada vez mais notória, pois existe uma preocupação por parte de pais, educadores e professores de introduzir as novas tecnologias não só como fonte de entretenimento, mas como fonte de conhecimento. Contudo é importante que haja por parte do espectador uma compreensão acerca do que está a visionar e é essa compreensão que o adulto deve implementar na criança, de forma a que esta consiga reter informação que enriquece o seu percurso formal e informal. 

Se o papel da escola é preponderante na interacção da criança com a televisão de forma produtiva e benéfica, também o papel dos pais é fulcral pois é no seio familiar que estas tendem a estabelecer o primeiro contacto com a televisão e por isso cabe aos pais a tarefa de ajudar na descodificação da mensagem, ou seja, auxiliar na interpretação dos programas que visionam. Contudo esta tarefa não parece ser simples, pois com a evolução das tecnologias existe um maior leque de programação que nem sempre é a mais apropriada, como tal, cabe a quem esta a visionar, seleccionar os programas que permitem um maior desenvolvimento. 

Para ver o texto na íntegra clique Aqui!


Até ao próximo Post.

Aprender com o Gombby...

Como já referimos noutros comentários, a televisão pode ser uma mais-valia no processo de desenvolvimento da criança. Se aliarmos esta tecnologia ao processo de aprendizagem podemos obter resultados impressionantes. Como tal, elaborámos uma pesquisa sobre programas de televisão que possam ser utilizados em ambiente de sala de aula com o intuito de explorar a área de Língua Portuguesa.

(Fonte: http://canelaehortela.com/home/wp-content/uploads/2010/09/gombby.jpg)

Ao longo da pesquisa encontrámos diversos programas adequados ao público infantil. Contudo, seleccionámos o desenho animado “A Ilha do Gombby”. Este é transmitido diariamente, no Canal Panda, de 2ª a 6ª às 9h00 e às 17h00 e ao fim-de-semana às 10h00. A série foi criada com o intuito de colmatar a falta de qualidade, princípios e valores que existe em alguns desenhos animados actuais que não proporcionam ao espectador aprendizagens significativas.

O protagonista destes episódios é o Gombby, um padeiro que vive na Ilha Verde. Além da sua profissão adora investigar todos os enigmas que surgem no seu dia-a-dia. Para viver estas aventuras, Gombby, conta com os seus amigos Celeste, Palhinhas, Professor, Engenhocas e muitos outros (ver os seus perfis em: http://www.gombby.com/index_start.html) que vivem com ele na Ilha Verde, estas são personagens com as quais as crianças se podem identificar o que aumentará o interesse pela série. Este nosso amigo está sempre pronto a aprender coisas novas e a viver novas aventuras. Estas, por sua vez, complementam as aprendizagens formais ampliando a cultura dos destinatários.

As histórias de Gombby são principalmente dirigidas a crianças com idades compreendidas entre os 2 e os 6 anos de idade, o que não invalida o facto de poderem ser visionadas por crianças com idades superiores a 6 anos e por adultos. Têm como principal objectivo apoiar o desenvolvimento individual e social da criança, promovendo e transmitindo conhecimentos importantes para o seu crescimento enquanto cidadão consciente de valores como a amizade, a entreajuda, a partilha, o altruísmo, a compreensão, entre muitos outros.

Sendo a Língua Portuguesa uma área transversal a todas outras áreas curriculares, é aprofundada nestes episódios, tanto de forma directa como indirecta. Como tal, os educadores, os professores e os pais podem utilizar o visionamento destes episódios para realizar junto das crianças actividades que promovam o desenvolvimento de algumas áreas curriculares, principalmente a Língua Portuguesa.


 



Para ler o texto na íntegra e ver as actividades que elaboramos clique Aqui!

Até ao próximo Post. 

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Contar histórias...

Os livros transportam-nos para outras realidades, ajudam-nos a compreender o mundo que nos rodeia e a nós próprios.
São recursos muito importantes para o desenvolvimento das crianças, principalmente quando têm qualidade e são bem contextualizados. Estes recursos preciosos podem e devem ser aliados às tecnologias. É importante que a apresentação de um livro, por exemplo, seja feita de forma dinâmica e interessante. E por que não utilizar programas como o PhotoStory para obter este resultado?
Nós elaborámos um pequeno vídeo sobre “A girafa que comia estrelas”. Este destina-se, principalmente, a crianças do 2º ano do 1º ciclo, mas pode ser visionado por crianças mais novas (pois a história é contada na oralidade).
Escolhemos esta história por ser doce e nos fazer aceitar o inimaginável. E quem não gostaria de ter duas amigas assim?








Para saber mais sobre "A Girafa que comia Estrelas" clique Aqui!


Para saber mais sobre a elaboração do vídeo clique Aqui!

Até ao próximo Post.



quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Aprender com as Quatro Estações do Ano

Como referimos num comentário mais antigos, intitulado "Aprender a jogar...", os jogos lúdicos e interactivos podem ser um dos recursos utilizados por educadores e professores, uma vez que estes estimulam a criatividade, a imaginação e fornecem-lhes uma noção da realidade enquanto sociedade.
Com o auxílio do programa Jclic realizámos um jogo educativo que é composto por seis actividades.
O tema escolhido para o jogo é as Quatro Estações do Ano.
Todos os jogos que realizámos são direccionados especialmente a crianças do 2º e 3º ano de escolaridade, dado o grau de dificuldade em algumas actividades que abrangem mais a escrita de palavras e interpretação de algumas imagens.

Neste jogo é possível encontrar: 
- "Bem-vindo!" - uma pequena mensagem introdutória;

- "Olá... eu sou a Primavera" - puzzle com uma imagem que simboliza a Primavera;
 
- "Encontra o meu par" - jogo de memória com imagens que caracterizam a Primavera;

- "Olá... eu sou o Verão" - puzzle com uma imagem que simboliza o Verão;

- "O que sou?" - jogo de resposta escrita, no qual o jogador tem que escrever o que vê na imagem apresentada, estas imagens caracterizam o Verão;

- "Olá... eu sou o Outono" - puzzle com uma imagem que simboliza o Outono;

- "Como me chamo?" - jogo de associações com imagens que caracterizam o Outono;
-"Olá... eu sou o Inverno" - puzzle com uma imagem que simboliza o Inverno;

- " Descobre-me" - jogo de sopa de letra;

- "Nós somos as Estações do Ano" - puzzle com uma imagem que simboliza as estações do ano;

- "A história das estações do ano" - jogo de preencher espaços em branco.

Esperemos que gostem e que tirem o maior partido do nosso jogo!

Até ao próximo Post.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Photostory

O Photostory é um programa que dá a oportunidade de trabalhar com imagens e som, a fim de criar sequências de imagens e filmagens personalizadas.


Uma das particularidades deste programa é o facto de ser possível realizar histórias infantis para crianças, através de histórias já existentes,ou até mesmo, criar novas histórias. Através do Photostory é possível incluir imagens, texto e som, a fim de realizar belas histórias para as crianças, e não só.












Para fazer o download do Photostory clique Aqui!

Até ao próximo Post.

O que é o JCLIC?

O Jclic é um programa realizado com o intuito de criar actividades educativas multimédia.
No Jclic é possível criar variadas actividades educativas para qualquer idade ou nível educativo, desde quebra-cabeças, associações, exercícios com texto, palavras cruzadas, entre muitos outros. Todas as actividades incluem uma componente escrita ou gráfica, onde é possível incluir sons, animações ou sequência de vídeo digital.

Todas as actividades têm o intuito de gerar aprendizagens nas explorando áreas que tão bem conhececidas, como as Línguas, Matemática, História, Música, Ciências, Artes Plásticas, entre outras. 


Para fazer o download deste programa clique Aqui!

Até ao próximo Post.


A maior Flor do Mundo


Juan Pablo Etcheverry concebeu esta curta-metragem de animação baseando-se no conto infantil, A Maior Flor do Mundo, escrito por José Saramago. Neste conto o autor conta que teve uma ideia, escrever um conto infantil, mas considera não ter as qualidades necessárias para tal. Contudo, relata que escreveria então uma história sobre um menino e que ele iria ajudar a maior flor do mundo a crescer. Essa história “seria a mais linda de todas as que se escreveram desde o tempo dos contos de fadas e princesas encantadas…”. Tanto na curta-metragem como no conto o leitor é envolvido na história e na sua aventura.

No final desta linda história, Saramago chama todos os pequeninos para reescreverem a sua história à sua maneira, dizendo ainda que, talvez um dia estes a lerão muito melhor do que ele, pois Saramago admite não ter muito jeito para contar histórias infantis. O objectivo desta linda história é incentivar e convidar os mais pequenos a entrarem no belo mundo da literatura e, de facto, já são várias as escolas que utilizam o livro em contexto de sala de aula, bem como, o exercício de reescrita proposto por Saramago.  

Até ao próximo Post.


sábado, 27 de novembro de 2010

Aprender a jogar...


Actualmente viver sem as tecnologias parece impensável, como tal, temos vindo a observar uma enorme evolução das mesmas. 
Não foram só as tecnologias que progrediram, também as mentalidades dos seus utilizadores sofreram transformações. As TIC nas escolas são um exemplo disto mesmo, onde as tecnologias têm vindo a exercer um papel fundamental na educação. Como tal, os professores e educadores têm explorado diversos métodos e recursos que facilitem o desenvolvimento e prática do conhecimento por parte das crianças e jovens. Estes além de contribuírem para o desenvolvimento incentivam, também,  a aprendizagem, pois a criança está imersa numa sociedade cada vez mais tecnológica.

Os jogos lúdicos e interactivos podem ser um dos recursos utilizados por educadores e professores, uma vez que estes estimulam a criatividade, a imaginação e fornecem-lhes uma noção da realidade enquanto sociedade.

Segundo Orso (1999. p.7) “a acriança precisa ser alguém que joga para que, mais tarde, saiba ser alguém que age, convivendo sadiamente com as regras do jogo da vida. Saber ganhar e perder deveria acompanhar a todos sempre”. Ou seja, a criança pode obter exemplos da vida prática através dos jogos e assim poderá futuramente lidar de melhor forma com as adversidades que possam surgir.

Como tal, considerámos pertinente fazer uma breve pesquisa acerca deste tema procurando encontrar um jogo interactivo que seja pedagógico. No decorrer da pesquisa encontramos um site de uma professora chamada Carmen Rojas Gordillo Badajoz. Este site foi “criado com o intuito de apoiar o ensino/ aprendizagem do português língua estrangeira”. Este é um site rico, não só no que diz respeito a jogos educativos, como também, a outras informações que possam ser do interesse de profissionais da área da educação, de crianças e do público em geral. Através deste encontrámos inúmeros jogos interactivos e seleccionámos um para analisar e apresentar.
 
O jogo escolhido pertence à área curricular do inglês e tem, como tal, o intuito de facilitar a aprendizagem desta língua. Intitulado de “The colours” tem como temática as cores. Neste jogo podemos ver dez imagens diferentes e o objectivo é escrevermos, em inglês, a cor de cada uma. As suas instruções são em inglês (no topo podemos ler: “Write the color of the presente image!). O jogo destina-se a crianças de 4º ano e permite ao jogador explorar o "mundo" da escrita em inglês e a associação da palavra à cor.
Pedir uma pista, ver a resposta e verificar se a resposta está correcta são as três hipóteses que o jogador tem. É de frisar ainda que não existe qualquer cronometragem, deixando o jogador gerir o seu tempo, também pode avançar ou recuar nas imagens, quando se erra na resposta surge uma mensagem a dizer para tentar de novo (“Try again”), surgindo a oportunidade de tentar de novo, e quando se acerta na resposta surge uma mensagem a dizer que está correcto (“Correct”). Existe ainda a pontuação que surge na forma de percentagem no topo da página.

 Até ao próximo post.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

“As TIC no processo de ensino-aprendizagem: uma presença desejável ou dispensável?”

Para responder a esta questão elaboramos um pequeno texto. Onde expomos os prós e os contras da utilização das TIC no processo de ensino-aprendizagem.

Não iremos apresentar o texto todo, mas o leitor pode lê-lo na íntegra Aqui!

As TIC têm sofrido uma enorme evolução e com o aumento da sua utilização surgem diversas controvérsias. Independentemente de considerarmos que podem ser uma “presença desejável" no processo de ensino-prendizagem, temos de compreender que as TIC, cada vez mais, fazem parte do nosso dia-a-dia, sendo utilizadas diariamente por milhares de pessoas.

De facto, esta evolução tecnológica veio alterar a sociedade e a visão que esta tem do mundo, que é mais global, inovando, por sua vez, as estratégias educacionais. Contudo e apesar da inovação nas TIC, em contexto educativo, estas em alguns casos tendem a não ser exploradas pelos professores da melhor forma ou, em outros casos, não são utilizadas. Tal ocorre devido a estes optarem por uma postura de resistência à sua utilização, pois isso leva à necessidade de alterar as estratégias e os métodos até então utilizados.

Esta “febre tecnológica” desencadeou novas formas de aprendizagem, levando a que a escola deixasse de ser a principal fonte de conhecimentos. Como tal, surge a necessidade de a escola dar um passo em frente fazendo face a estes novos desafios. Mas e se “o que nos é oferecido como revolucionário não passa, na maioria dos casos, de soluções do passado, adornadas com o fulgor das tecnologias”
[1]?

As TIC podem de facto ser uma presença indesejável se não forem utilizadas com prudência, pois existem inúmeros perigos que tornam a sua utilização pouco segura. Como por exemplo, determinados conteúdos que são desadequados à idade das crianças, como é o caso da pornografia, sites de venda directa, chatrooms, entre outros.

Para além disso, a utilização das TIC pode levar a que os estudantes deixem de utilizar os “métodos antigos” (por exemplo a pesquisa em livros), abandonando um pouco a exploração de outros recursos, pois existe uma facilidade de pesquisa e uma elevada quantidade de informação disponível e acessível “à distância de um clique”.

A não utilização das TIC pode desencadear a exclusão social, por parte da sociedade das tecnologias (infoexclusão), pois estas permitem, que a um ritmo acelerado, a sociedade evolua, servindo de interacção pessoal e intercultural, globalizando a informação e tornando-a acessível a quem a procura.

Contudo, as TIC podem também ser benéficas se aliadas a diversas dinâmicas educacionais. Os professores podem utilizar as tecnologias em benefício da educação e dos alunos, aproveitando o entusiasmo que estes revelam pelas TIC. Tornar uma aula interactiva e mais participativa pode ser agora mais simples se conseguirmos cativar o público com e para a utilização de tecnologias. Embora as tecnologias não façam bons ou maus professores podem ser uma boa forma de tornar o ensino mais apelativo.

Em suma, a internet é um assunto muito debatido nos dias de hoje. Contém prós e contras, mas não será possível negar que é uma fonte rica em aprendizagens para quem a utiliza. A internet tem vantagens na sua utilização, bem como, na sua não utilização, e há que saber gerir estes dois factores, para que a longo prazo não se torne um problema. Para tal, é necessário que o incentivo à utilização das TIC com qualidade seja iniciado na escola por parte dos professores. Os pais e educadores têm também um papel fundamental na educação do uso das TIC como ferramenta lúdica e vantajosa, devendo por isso transmitir-lhes a noção das consequências que a utilização dos media podem ter nas suas vidas, sejam elas positivas ou negativas.

[1] Citação retirada do texto Novo conhecimento/ Nova aprendizagem de António Dias de Figueiredo.


Texto reformulado.

Para ler o texto na integra clique
Aqui!
Até ao próximo post.